domingo, 29 de março de 2009

Porque Deus amou o mundo de tal maneira

"Todavia, não seja como eu quero, e sim como tu queres" (Mt 26.39)



Jesus estava disposto ao sacrifício

Jamais poderemos avaliar a profundidade dessa oração de Jesus no Getsêmani. Não que Jesus não quisesse seguir o caminho da morte como Cordeiro de Deus. Nesse sentido Ele já tinha tomado Sua decisão, que anunciou previamente aos Seus discípulos: "Eis que subimos para Jerusalém, e o Filho do Homem será entregue aos principais sacerdotes e aos escribas. Eles o condenarão à morte. E o entregarão aos gentios para ser escarnecido, açoitado e crucificado; mas, ao terceiro dia, ressurgirá" (Mt 20.18-19). Nessa única frase Jesus predisse de maneira compacta todos os acontecimentos da Paixão e da Páscoa. Através da Sua concordância com a vontade de Deus em seu aspecto mais central, Ele mesmo tornou-se o centro da vontade divina.
A salvação da humanidade tem seu fundamento na concordância de Jesus em caminhar em direção ao Calvário. Para Ele e o Pai não havia outro caminho para a salvação de pecadores ímpios. Mas esse caminho tinha de ser assim tão penoso e horrível para o amoroso, puro e inocente Filho de Deus? Gostaríamos de tê-lO poupado desses grandes sofrimentos! Seu discípulo Pedro também pensava assim: "E Pedro, chamando-o à parte, começou a reprová-lo, dizendo: Tem compaixão de ti, Senhor; isso de modo algum te acontecerá. Mas Jesus, voltando-se, disse a Pedro: Arreda, Satanás! Tu és para mim pedra de tropeço, porque não cogitas das coisas de Deus, e sim das dos homens." (Mt 16.22-23). Esta passagem mostra de maneira extremamente nítida o abismo, provocado pela queda, entre a forma de pensar humana, afetada pelo pecado, e os desígnios de Deus. A maneira humana de pensar, que ficou sujeita à influência de Satanás, rejeita caminhos de sofrimento. Temos de aprender a pensar conforme a maneira de Deus, da forma como ensinam as Escrituras. Foi à vontade de Deus que Seu Filho bebesse até a última gota o amargo cálice do sofrimento, suportasse o maior escárnio e as mais profundas dores físicas e emocionais. E Jesus concordou com esse caminho, dizendo "Sim, Pai!" Somente esse caminho levava à nossa salvação e à Sua maior glória e plenitude de poder. Por mais profundamente que uma pessoa tenha caído se pedir perdão pelos seus pecados, recebê-lo-á. Jesus não oferece uma graça barata, sem valor, porque a conquistou com Seu sangue. E qual foi à resposta que Deus, o Pai, deu a Seu Filho quando este orou: “... todavia, não seja como eu quero, e sim como tu queres"? – Nenhuma! Deus se calou nessa hora. Não houve mais resposta. Essa foi a provação mais forte pela qual Jesus teve de passar: não receber mais resposta de Deus quando mais precisava dela. Jesus poderia ter desesperado nessa hora; Ele, que sempre foi um com o Pai, que podia dizer: "eu sabia que sempre me ouves" (Jo 11.42). Deus se calou, e o Filho seguiu pelo caminho do sacrifício mesmo quando a comunicação com o Pai foi interrompida. Não podemos avaliar o significado mais profundo desse fato. Uma missão assim tão difícil só podia ser confiada ao Filho amado de Deus. E Ele seguiu esse caminho por amor a você e a mim. Só dessa maneira Deus pôde salvar as pessoas da impiedade delas. Nessa hora, nossa salvação estava em jogo.

Representação profética do sacrifício de Jesus
Sacrifício significa duas coisas:
– Comunhão de quem faz o sacrifício com Deus.
– Homenagem, gratidão e expiação.
Percebemos isso já nos sacrifícios oferecidos por Caim e Abel. O sacrifício sincero agrada a Deus, o sacrifício insincero é rejeitado por Ele. "Sacrifícios agradáveis a Deus são o espírito quebrantado; coração compungido e contrito, não desprezarás, ó Deus" (Sl 51.17).

"Porém Samuel disse: Tem, porventura, o Senhor tanto prazer em holocaustos e sacrifícios quanto em que se obedeça à sua palavra? Eis que o obedecer é melhor do que o sacrificar, e o atender, melhor do que a gordura de carneiros" (1 Sm 15.22). Jesus honrou a Deus com obediência, e com Sua vida ofereceu um sacrifício perfeito: "muito mais o sangue de Cristo, que, pelo Espírito eterno, a si mesmo se ofereceu sem mácula a Deus, purificará a nossa consciência de obras mortas, para servirmos ao Deus vivo!" (Hb 9.14).

Abraão
Deus testou a sinceridade e fidelidade de Abraão pedindo que ele sacrificasse em holocausto seu filho Isaque, que Abraão amava e que Deus havia dado a ele, cumprindo Sua promessa. Será que isso significava que Isaque deveria ser morto e queimado no fogo? Sim, foi exatamente o que Deus pediu a Abraão. Abraão não consultou ninguém, nem mesmo sua própria esposa Sara, que havia dado à luz a Isaque, mas pela fé foi a Moriá com seu filho Isaque, "porque considerou que Deus era poderoso até para ressuscitá-lo dentre os mortos, de onde também, figuradamente, o recobrou" (Hb 11.19). Esse foi um dos mais importantes "tipos" proféticos, pois aponta para o Calvário. O sangue de Isaque não precisou correr em Moriá porque Deus falou a Abraão: "Não estendas a mão sobre o rapaz e nada lhe faças; pois agora sei que temes a Deus, porquanto não me negaste o filho, o teu único filho" (Gn 22.12). Ao invés de Isaque, um carneiro teve que morrer em seu lugar.

A atitude de Abraão revela seu caráter, seu coração. Se você ou eu tivéssemos estado em seu lugar, como teríamos agido? Um sacrifício legítimo não é uma cerimônia superficial, que não custa nada! Do mesmo modo Isaque, que se deitou para ser sacrificado, é uma representação profética simbólica de Jesus, que voluntariamente derramou Seu sangue por nós no Calvário. Isaías viu isso profeticamente: "Ele foi oprimido e humilhado, mas não abriu a boca; como cordeiro foi levado ao matadouro; e, como ovelha muda perante os seus tosquiadores, ele não abriu a boca" (Is 53.7). Abraão é um símbolo de Deus, o Pai, e Isaque simboliza Jesus Cristo. Meditar sobre o sacrifício vai nos mostrar mais claramente o profundo significado da salvação e vai conduzir-nos à adoração. O objetivo de Deus é conduzir à vida através da morte.

O sangue nas portas
Antes da saída de Israel do Egito, Deus ordenou aos hebreus que sacrificassem um cordeiro sem defeito. Ele devia ser macho de um ano de idade, e as vergas e ombreiras das portas tinham de ser aspergidas com seu sangue. "O sangue vos será por sinal nas casas em que estiverdes; quando eu vir o sangue, passarei por vós, e não haverá entre vós praga destruidora, quando eu ferir a terra do Egito" (Êx 12.13). Também esse é um "tipo" profético de Jesus, o Cordeiro de Deus que morreu no Calvário.

A cruz como símbolo do sacrifício
Hoje em dia usa-se com orgulho uma cruzinha delicada, se possível de ouro, como enfeite e adorno pendurado no pescoço. Quem o faz, poderia usá-la com alegria, se debaixo da cruzinha batesse um coração em que Jesus habita. Em certos lugares, cruzes artisticamente moldadas são usadas como decoração. Mas, quem lembra atualmente que esse símbolo foi instrumento de tortura e execução? Só os piores criminosos condenados à morte eram dependurados ou pregados em uma cruz, como alerta e sinal de sua rejeição. Ela também lembra da crueldade humana. Poucos dos que usam cruzes como adorno se lembram do pavor desse tipo de pena de morte. Deus diz em Deuteronômio 21.23: "O seu cadáver não permanecerá no madeiro durante a noite, mas, certamente, o enterrarás no mesmo dia; porquanto o que for pendurado no madeiro é maldito de Deus; assim, não contaminarás a terra que o Senhor, teu Deus, te dá em herança." Gálatas 3.13 repete: "Maldito todo aquele que for pendurado em madeiro."
A cruz é símbolo de maldição? Sim, é o que diz a Sagrada Escritura. Mas devemos observar todo o texto de Gálatas 3.13, pois a cruz é também símbolo de salvação: "Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se ele próprio maldição em nosso lugar (porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado em madeiro)." Gravemos profundamente em nossos corações: Jesus levou voluntariamente sobre Si na cruz a maldição do pecado, que deveria cair sobre nós. Lá, onde nós deveríamos estar dependurados, Jesus esteve em nosso lugar, pagando o preço da nossa salvação. Assim fomos libertos da maldição. Em 1 Pedro 2.24 lemos o mesmo com as seguintes palavras: "Carregando ele mesmo em seu corpo, sobre o madeiro, os nossos pecados, para que nós, mortos para os pecados, vivamos para a justiça; por suas chagas, fostes sarados." Mas Ele não o fez apenas simbolicamente, Ele o fez de maneira real. Ele o fez por todas as pessoas, para que ninguém tivesse de se perder, a não ser quem rejeitar essa oferta. Jesus teve de fazer esse sacrifício porque todos os incontáveis sacrifícios de animais na Antiga Aliança não podiam tirar os pecados, mas apenas cobri-los. Já que a expiação de nossa culpa exigiu um preço tão elevado, nunca conseguiremos levar o pecado suficientemente a sério, realmente temos de odiá-lo e evitá-lo! Jesus, com Seu sacrifício no madeiro maldito, cumpriu o que havia prometido: "Eu sou o bom pastor. O bom pastor dá a vida pelas ovelhas" (Jo 10.11).

Estamos dispostos ao sacrifício?
Jesus ofereceu-se em sacrifício voluntariamente. Ele não vacilou, mas seguiu Seu caminho firmemente decidido: "Adiantando-se um pouco, prostrou-se sobre o seu rosto, orando e dizendo: Meu Pai, se possível, passe de mim este cálice! Todavia, não seja como eu quero, e sim como tu queres" (Mt 26.39). Jesus espera de Seus seguidores essa mesma disposição ao sacrifício. "Nisto conhecemos o amor: que Cristo deu a sua vida por nós; e devemos dar nossa vida pelos irmãos" (1 Jo 3.16). Tão longe pode ir à exigência de Jesus a você ou a mim, e ela não deve ser atenuada. Mas só Ele sabe de quem pode exigi-lo em cada caso concreto. Sabemos de pessoas em prisões que, sob ameaças de morte, deveriam delatar outros cristãos e mencionar os nomes de seus irmãos na fé, mas que permaneceram firmes e não os denunciaram. Perguntemo-nos: quão genuíno é nosso amor a Jesus e a nossos irmãos no Senhor?

Recentemente li sobre cristãos chineses:
O devotamento e o espírito de sacrifício dos servos de Deus na China é muito impressionante. O que pode parecer chocante aos ouvidos ocidentais, também dos cristãos – a disposição de sofrer por Jesus, de ir para a prisão, de eventualmente deixar a vida – em muitos grupos de igrejas caseiras é mais uma honra e uma distinção do que vergonha e humilhação. Mas esses cristãos não devem de forma alguma ser vistos como fanáticos, extremistas ou imaturos. Pelo contrário, poder-se-ia dizer que eles apresentam um caráter simples, humilde, manso, espiritual e muito maduro. Eles falam de si mesmos o mínimo possível – para não tomarem de alguma forma a honra que só pertence a Deus –, falando mais das grandes obras de Deus, do Seu nome, louvando os Seus feitos.

E nós, cristãos ocidentais, como demonstramos nossa fé? Não deveríamos tomar esses cristãos chineses como exemplo? Eles deveriam ter a oportunidade de evangelizar no Ocidente! Não estamos praticando um cristianismo insípido, descompromissado, acomodado, que busca a prosperidade, um cristianismo que perdeu sua força de convicção? No centro não está mais o sacrifício, a entrega a Jesus, mas sim o nosso próprio bem-estar. Pensamos que antes de nos dedicar ao Senhor de maneira completa, precisamos ter nossas necessidades materiais atendidas. Logicamente não gostamos de ouvir que não somos bons ofertastes. Damos nossas ofertas (de nossas sobras!) para este e aquele projeto e chamamos isso de sacrifício. O Evangelho é adaptado à nossa filosofia de vida liberal e pluralista. Deus deve-se adaptar a nós e ficar satisfeito conosco.
Pregadores e pastores não devem nos importunar com "exigências bíblicas ultrapassadas e fora de moda". Quem se firma fielmente na Palavra de Deus é considerado sectário excêntrico. Assim, a cruz passou a ser novamente um escândalo e um tropeço, que atrapalha o nosso sossego. E o pior: nas tendências da vida moderna nem notamos que estamos nos afastando do centro da vontade de Deus, tornando-nos inimigos da cruz. Com isso Satanás consegue alcançar o que sempre quis: a negação do sacrifício do Calvário.

O sacrifício do Calvário é perfeito
O primeiro Adão trouxe o pecado e a perdição ao mundo. O último Adão nos trouxe, com Sua morte, a libertação do poder do pecado e da morte. Ele o sabia, e por isso morreu com as palavras vitoriosas "Está consumado!" em Seus lábios. Assim Ele fez tudo o que Deus exigia e pagou o preço pelos nossos pecados. O véu rasgado no templo abre o acesso ao Santo dos Santos, ao coração do Pai. Pela vitória alcançada no Calvário, nem a morte conseguiu retê-lO. Só aceitando e recebendo pessoalmente o sacrifício perfeito do Calvário é possível viver uma vida cristã de alegria e vitória na fé. Jesus Cristo, o início e o fim, é e continua sendo o centro de nossa salvação, pois Ele continuamente intercede por nós, e por Ele recebemos propiciação pelos nossos pecados: "Nessa vontade é que temos sido santificados, mediante a oferta do corpo de Jesus Cristo, uma vez por todas" (Hb 10.10). Todos os que buscam refúgio no sacrifício perfeito de Jesus tornam-se justos pelo Seu sangue e passam a fazer parte de Seu Reino. Nessa posição devemos permanecer, mas também avançar na santificação! O apóstolo Paulo nos exorta com muita insistência: "Por isso, celebremos a festa (da Páscoa) não com o velho fermento, nem com o fermento da maldade e da malícia, e sim com os asmos da sinceridade e da verdade" (1 Co 5.8).

A Paz do Senhor a Todos.

segunda-feira, 23 de março de 2009

Abertura do Nosso Programa

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Hoje à Abertura do Nosso Programa que será um sucesso; o nome do Programa é Jesus é o Caminho, e neste espaço exibiremos Atualidades, reflexões, iremos conversar com aqueles que passam por algum problema seja familiar, amorozo ou proficional e até mesmo financeiro; vamos juntos nos somar para atingir o objetivo que é o evangélio, como o nome já diz vamos levar as boas novas para você por meio de Nosso Senhor Cristo Jesus.

Obrigado pela visita fiquem na Paz


Nildo Mello

domingo, 22 de março de 2009

O Futuro da Religião, Tendo em Vista Seu Passado



"Só existe uma única religião, embora dela haja uma centena de versões." − George Bernard Shaw, dramaturgo irlandês (1856-1950).

NA CRIAÇÃO do homem, bem como depois do Dilúvio, era verdade que só existia uma única religião. ‘Então por que’, o leitor talvez fique imaginando, ‘existe uma centena — e até mais — de versões dela hoje em dia?’

Para descobrir isto, voltemos nossa atenção para Ninrode, um dos bisnetos de Noé. A respeito dele, a Bíblia diz: "Ele principiou a tornar-se poderoso na terra. Apresentou-se como poderoso caçador em oposição a Jeová. . . . O princípio de seu reino veio a ser Babel, e Ereque, e Acade, e Calné, na terra de Sinear. Daquela terra saiu para a Assíria e pôs-se a construir Nínive, e Reobote-Ir, e Calá." — Gênesis 10:8-11.

Visto que Ninrode "principiou a tornar-se poderoso na terra", ele, obviamente, deu início a algo novo. Mas, ao quê? As palavras "o princípio de seu reino" nos dão um indício. Se Ninrode possuía um reino, então deve ter sido um rei, um governante. Assim o comentário bíblico, em alemão, do Dr. August Knobel o chama corretamente de "o primeiro governante pós-diluviano", explicando que ninguém como ele tinha existido antes. Em conformidade com isso, A Bíblia em Inglês Vivo, verte Gênesis 10:8: "Ele foi o primeiro a se tornar um potentado na Terra."

Ninrode situou-se em oposição ao Criador, que jamais tencionou que os humanos governassem a si mesmos. E, quando "saiu para a Assíria", Ninrode passou a expandir seu domínio político, possivelmente pelo poder das armas. Se assim foi, isto o tornou "poderoso caçador", não só de animais, mas também de humanos.

Houve Realmente um Ninrode, Realmente Uma Torre?



"Os peritos têm tentado, sem real êxito", afirma a Collier’s Encyclopedia, "identificar Ninrode com diversos reis, heróis, ou deidades antigas, dentre eles Merodaque (Marduque), um deus assírio-babilônico; Gilgamés, um herói babilônio que se tornou famoso como caçador; e Órion, um caçador da mitologia clássica". Assim, uma obra de referências alemã admite que, em realidade, "nada mais sabemos sobre ele, além do que se oferece no relato da Bíblia".

Entretanto, Ninrode realmente existiu. A tradição árabe o menciona. Seu nome, como Nimrude ou Nimroude, ocorre nos nomes de lugares no Oriente Próximo. Poemas didáticos sumério-acadianos relatam seus feitos heróicos. E Josefo, historiador judeu, refere-se nominalmente a ele.

O sistema político de Ninrode, delineado como foi para suplantar a regência legítima de Deus sobre a humanidade, assumiu destarte matizes religiosos. As pessoas começaram a construir "uma torre com o seu topo nos céus" para ‘fazer um nome célebre para si mesmas’, e não para Deus. — Gênesis 11:4.

Embora os arqueólogos não tenham conseguido identificar algumas ruínas antigas como sendo definitivamente a Torre de Babel de Ninrode, eles encontraram mais de duas dezenas de estruturas aparentemente similares na Mesopotâmia. Com efeito, este tipo de torre era característico da arquitetura dos templos da localidade. O livro Paths of Faith (Veredas da Fé) afirma que os templos babilônicos "centralizavam-se num zigurate, que era uma estrutura piramidal, tendo no topo um santuário". Acrescenta: "Similar aos prédios religiosos, desde as pirâmides do Egito até as stupas da Índia ou os pagodes do mundo budista, o zigurate . . . era, provavelmente, um ancestral remoto da igreja com campanário."

O arqueólogo alemão Walter Andrae realizou extensivas escavações nesta área, no começo do século 20. O santuário no topo do zigurate, escreveu ele, era considerado "a porta . . . através da qual o Deus do céu desce pela escadaria do zigurate para chegar à sua morada terrestre". Não é de admirar que os habitantes de Babel afirmassem que o nome de sua cidade significava "Porta de Deus", derivando-se de Bab (porta) e ilu (Deus).
Mas existem motivos adicionais para não se duvidar do relato da Bíblia sobre Ninrode e sua torre, como veremos.

As Conseqüências Chegam Até Você

Ninrode, o primeiro a fundir a religião com a política, estabeleceu o padrão para todas as alianças análogas subseqüentes. Teria isto a aprovação divina? Estava prestes a ser aplicado o princípio mais tarde delineado na Bíblia, de que "a árvore boa não pode dar fruto imprestável, nem pode a árvore podre produzir fruto excelente". — Mateus 7:18.

Originalmente, todos os habitantes da Terra falavam a mesma língua. Mas quando Ninrode e seus apoiadores começaram a construir esta torre, em Babel, Deus manifestou Seu desagrado. Lemos: "Concordemente, Jeová os espalhou dali por toda a superfície da terra, e gradualmente eles deixaram de construir a cidade. É por isso que foi chamada pelo nome de Babel [de balál, que significa "confundir"], porque Jeová confundiu ali o idioma de toda a terra." (Gênesis 11:1, 5, 7-9)

Quando tais grupos se espalharam para diferentes partes da Terra, eles, naturalmente, levaram suas teorias religiosas. Com o passar do tempo, estas idéias, embora fossem basicamente as mesmas, tornaram-se influenciadas pelas tradições e pelos eventos locais. De "uma única religião", logo surgiu dela "uma centena de versões". É evidente que este primeiro experimento na atividade religioso-política não deu nada certo.

Suas conseqüências atravessaram os séculos e chegaram até você, realidade esta que poderá avaliar, se já tentou discutir religião com alguém de outra fé. Mesmo termos religiosos comuns, como "Deus", "pecado", "alma" e "morte" significam coisas diferentes para diferentes pessoas. São apropriadas as palavras do perito inglês John Selden, que disse, há 300 anos: "Se o assunto fosse examinado a fundo, dificilmente se encontraria três [pessoas], em parte alguma, da mesma religião, em todos os pontos." Esta é a herança da humanidade, tudo por causa daquele poderoso caçador da antiguidade que, não tendo a bênção do Criador, não conseguiu concluir sua torre.

Modernas Heranças de Babel

"Nenhuma das religiões que conhecemos pode apresentar tantos deuses quanto a suméria-assíria-babilônica", afirma a autora Petra Eisele. Ela menciona 500 deuses, dizendo que algumas das listas mais extensivas contêm até 2.500 nomes. Por fim, com o decorrer do tempo, "os teólogos oficiais de Babilônia fixaram a hierarquia dos deuses mais ou menos definitivamente, dividindo-os em tríades", diz a New Larousse Encyclopedia of Mythology (Nova Enciclopédia Larousse de Mitologia). Uma tríade destacada de deuses era composta por Anu, Enlil e Ea. Outra era composta dos deuses astrais Sin, Xamaxe e Istar, também conhecida como Astartéia, a grande deusa-mãe, consorte de Tamuz.

Marduque, o deus mais proeminente de Babilônia, mais tarde chamado Enlil ou Bel, era um deus da guerra. O livro Paths of Faith diz que isto "constituía um reconhecimento religioso do fato histórico de que a guerra se tornava crescente preocupação dos servos babilônios dos deuses". Um poderoso caçador, como Ninrode, que saqueava o homem e os animais, logicamente adoraria o deus da guerra, e não "o Deus de amor e de paz", de que fala a Bíblia. — 2 Coríntios 13:11.

Os deuses babilônios e assírios eram surpreendentemente "humanos", tendo as mesmas necessidades e paixões como os mortais. Isto levou ao desenvolvimento de ritos e práticas religiosas, tais como a prostituição no templo, que dificilmente poderiam ser considerados como tendo origem divina.

A feitiçaria, o exorcismo e a astrologia eram também componentes da religião de Babilônia. Petra Eisele afirma que "é bem possível que a obsessão do Ocidente com feiticeiras . . . tenha origem caldaica". E os babilônios fizeram surpreendente progresso no estudo da astronomia, ao tentarem ler o futuro nas estrelas.

Os mesopotâmios também acreditavam na imortalidade da alma humana. Isto é indicado por enterrarem objetos junto com os mortos, para serem por eles usados no além.

Agora, considere por um instante algumas das principais religiões da atualidade. Conhece alguma que ensina que a alma humana é imortal, que ensina que Deus é uma trindade de três deuses em um só, que permite impunemente a imoralidade entre seus membros, que se mete na política, ou que tenha membros mais dispostos a sacrificar sua vida ao deus da guerra do que ao Deus da paz? Se conhece, então o leitor reconheceu as modernas organizações que são como filhas de Babel, que ainda propagam as heranças religiosas dos dias da torre de Ninrode. Apropriadamente, o nome "Babilônia" é empregado na Bíblia para designar o inteiro império mundial da religião falsa. — Veja Revelação [Apocalipse], capítulos 17 e 18.

Naturalmente, nem todas as pessoas pós-diluvianas ficaram enredadas na confusão religiosa de Babilônia. Por exemplo, Abraão, que nasceu dez gerações depois de Noé, conservou a adoração verdadeira. Deus fez um pacto com este descendente de Sem, prometendo-lhe, em Gênesis 22:15-18, que em associação com a única religião verdadeira, todas as famílias da Terra seriam abençoadas. Este pacto evidentemente passou a vigorar em 1943 AEC, o que significou que as linhas de conflito entre a "única religião [verdadeira] e a "centena de versões" da religião falsa deveriam então ser mais nitidamente traçadas. Logo ocorreria um momentoso confronto entre as duas.

sexta-feira, 20 de março de 2009

A IMPORTÂNCIA DA BÍBLIA




Encontramo-nos em meio ao cumprimento de profecias bíblicas e assistimos continuamente à realização do que foi predito há muito tempo atrás nas Escrituras.

Por essa razão quero chamar a atenção para a importância e o poder renovador da Palavra de Deus. Em uma de minhas viagens veio-me às mãos o texto a seguir, que passo aos leitores:
"Disse, pois, Jesus aos judeus que haviam crido nele: Se vós permanecerdes na minha palavra, sois verdadeiramente meus discípulos" (Jo 8.31). – "Grande paz têm os que amam a tua lei; para eles não há tropeço" (Sl 119.165).

Esse é o segredo do discipulado no dia-a-dia, na rotina cristã cotidiana. Isso é sabido e conhecido há séculos, mas é preciso repetir e ensinar a cada nova geração essa verdade tão simples mas fundamental para uma vida cristã bem-sucedida. A melhor maneira de estudar a Bíblia é simplesmente lendo-a atentamente todos os dias, expondo-se em oração à luz do Senhor que dela procede, meditando em suas palavras e prosseguindo com a leitura.

A Bíblia produz efeito por si mesma de maneira sobrenatural: através da ação do Espírito Santo, suas palavras, suas expressões e seus ensinamentos moldam nosso comportamento e nossos pensamentos, de modo que passamos a refletir o caráter de Deus e de Seu Filho Jesus Cristo em nossa maneira de viver. Assim, somos influenciados até às profundezas de nosso ser.

Não, não há nada surpreendente nesse processo. Tudo é incrivelmente simples – mas funciona! E é dessa forma que aumenta nosso conhecimento bíblico e passamos a viver diariamente segundo os ensinos da Palavra de Deus.

Quando um recém-convertido fica admirado diante do grande conhecimento bíblico de alguém que já é cristão há mais tempo, talvez não saiba que se trata simplesmente do fruto da aplicação persistente do mais simples de todos os métodos: a leitura do Livro dia após dia, o que torna seu conteúdo cada vez mais familiar.

Devemos também enfatizar constantemente que a Bíblia é nossa "única regra de fé e prática". Nenhuma experiência ou revelação tem qualquer valor se não houver claro fundamento bíblico.



Além da leitura da Bíblia, há também muitos livros e publicações que são um grande auxílio para se compreendê-la melhor. Entretanto, qualquer afirmação ou interpretação, mesmo que proceda de grandes pregadores ou destacados líderes, deve ser verificada e confrontada com a própria Palavra de Deus. Em Atos 17.11 temos o conhecido exemplo dos bereanos, que avaliavam à luz das Escrituras até mesmo o que o grande apóstolo Paulo lhes tinha dito – e são elogiados por isso: "Ora, estes de Beréia eram mais nobres que os de Tessalônica; pois receberam a palavra com toda a avidez, examinando as Escrituras todos os dias para ver se as coisas eram, de fato, assim." (Norbert Lieth )

quinta-feira, 19 de março de 2009

Os Fatos Sobre a Vida após a Morte



No Hall Monumental da Assembleia Legislativa de São Paulo, o velório terminou por volta das 16 horas. O padre Juarez de Castro fez uma última homenagem a Clodovil. "A moda perde o seu humor e a TV perde a sua irreverência", disse. Em seguida, o padre rezou o salmo 23, que diz: "O senhor é meu pastor e nada me faltará."Estima-se que mais de mil pessoas compareceram a Assembleia para se despedir de Clodovil.

A Visão Bíblica da Morte: Céu ou Inferno Eterno

A morte em si é uma condição de separação. De acordo com a Bíblia, há somente dois tipos de morte. Primeiro, existe a morte física, que envolve a separação temporária do espírito em relação ao corpo. Mais tarde, na ressurreição, o corpo será reajuntado ao espírito humano. Segundo, existe a morte espiritual ou a separação do corpo e espírito humanos em relação a Deus. Essa condição é irremediável.

A morte não é boa – ela jamais foi boa. A morte física – separação em relação ao corpo – não é boa, uma vez que o homem fica "despido" (2 Coríntios 5.4; Filipenses 3.21; 1 Coríntios 15), num estado fora do natural. A morte espiritual – separação de Deus – obviamente também não é boa, já que é eterna.

A "morte" e a "vida" são irreconciliáveis e condições opostas de existência, tanto nesta vida como na próxima. Sem Cristo, a morte conduz somente a uma coisa – julgamento eterno: "E assim como aos homens está ordenado morrerem uma só vez e, depois disto, o juízo" (Hebreus 9.27). Mas com Cristo, a morte conduz à vida: "Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que morra, viverá; e todo o que vive e crê em mim, não morrerá, eternamente" (João 11.25-26). E: "Em verdade, em verdade vos digo: Quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna, não entra em juízo, mas passou da morte para a vida" (João 5.24).

A Bíblia ensina que antes da salvação, mesmo estando vivos, todos os homens e mulheres estão mortos espiritualmente ou estão separados de Deus. Seus espíritos humanos estão mortos para as coisas em que Deus está realmente interessado (veja Lucas 15.24-32; Efésios 2.1; 1 Timóteo 5.6; Apocalipse 3.1). Muito embora estando vivos fisicamente, eles não consideram o único Deus verdadeiro, nem Lhe agradecem, nem se importam com Seus interesses. Qualquer que seja o conceito de Deus que tenham, eles não aceitam o único Deus verdadeiro. Daí porque o próprio Jesus disse: "Deixa aos mortos o sepultar os seus próprios mortos", ensinando explicitamente que os seres humanos vivos ao redor dele estavam, no que dizia respeito a Deus, espiritualmente mortos (Lucas 9.60; Romanos 3.10-18).

A Bíblia nos ensina que a morte física e espiritual existe por uma razão – o “pecado”. Deus avisou Adão e Eva que se eles Lhe desobedecessem, morreriam naquele dia (Gênesis 2.17). Daí porque a Bíblia ensina que "o salário do pecado é a morte" (Romanos 6.23).

Como o pecado causa a morte, o problema do pecado deve ser resolvido antes que a morte possa ser erradicada. Essa é a razão do ensino cristão da Expiação – que Cristo morreu pelos pecados do mundo. Como Jesus ensinou: "Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna" (João 3.16). Qualquer um que recebe a Cristo como seu Salvador pessoal é "nascido de novo" ou vivificado espiritualmente. Essa pessoa recebe a verdadeira vida após a morte, ou, em termos bíblicos, a vida eterna (João 6.47). Mas o que realmente acontece, sem dúvida, é que o estado de morte espiritual do crente é cancelado no momento em que ele recebe a Cristo. Não mais haverá a possibilidade dele sofrer o julgamento de Deus por causa dos seus pecados, que é a segunda morte. Em vez disso, na hora da morte física, ele se juntará a Deus para sempre. Essa é a essência do termo "salvo". Mas deve-se frisar que o sistema é condicional. Os homens devem crer na morte e ressurreição de Jesus Cristo, ou não poderão ser salvos. Esta é a condição: que aceitem o que Deus fez através da Pessoa de Cristo.

A esperança cristã, portanto, está na ressurreição física e na imortalidade eterna baseadas na ressurreição e vida de Cristo, não em uma visão mediúnica de uma gradual auto-progressão espiritual depois da morte (Romanos 4.25; 1 Coríntios 6.14; 2 Coríntios 4.14; 5.1; Efésios 1.15-21; 2.4-10; Filipenses 1.21, 3.21; Colossenses 3.4, etc.). Os que aceitam a Cristo herdam o céu para sempre, enquanto os que rejeitam a misericórdia de Deus herdam o inferno para sempre.

Assim, a visão bíblica é que os salvos estão com Deus – eles estarão com Ele no momento da morte (Lucas 23.43; João 12.26; Atos 7.59; 2 Coríntios 5.8; Filipenses 1.23), enquanto os mortos não salvos estão confinados e sob castigo. Além do mais, não existe possibilidade de alterar a condição de alguém após a morte. A morte, portanto, não é extinção, como muitas seitas ensinam. Ela não envolve uma condição de reencarnação, onde a alma experimenta muitas vidas, como crê o ocultismo. Ela não envolve uma condição de união ou absorção final por alguma essência impessoal, divina, conforme muitas religiões orientais ensinam (Eclesiastes 12.5; Lucas 12.46-47; 16.19-31; Atos 1.25; Hebreus 9.27, 10.31, 12.27-29; Salmos 78.39; 2 Coríntios 5.11; 2 Pedro 2.4,9; Apocalipse 20.10,15).

Sem dúvida, se os salvos estão com Cristo e os não salvos confinados e sob julgamento, então os mortos não estão livres para perambular e, portanto, os supostos mortos das EQMs (Experiências de Quase-Morte) não são o que afirmam ser. [...]

Conclusão

Se cada um de nós vai morrer um dia, então o mais importante é ter a segurança de entrar a salvo na morte. Se temos ou não temos medo de morrer, não precisamos temer a morte se nossos pecados estão perdoados através da fé em Jesus Cristo. Você deseja conhecer o Deus vivo? Você deseja reconhecer o seu pecado diante d’Ele e receber Seu Filho? Se assim for, recomendamos-lhe a seguinte oração:

Senhor Jesus, eu reconheço humildemente que tenho pecado em meus pensamentos, palavras e ações, que sou culpado de fazer o mal deliberadamente, que meus pecados têm me separado da Tua Santa presença e que não tenho esperança de recomendar-me a Ti.

Eu creio firmemente que morreste na cruz por meus pecados, carregando-os em Teu próprio corpo e sofrendo em meu lugar a condenação por eles merecida.
Já avaliei detalhadamente o custo de Te seguir. Eu me arrependo sinceramente, afastando-me dos meus pecados passados. Desejo entregar-me a Ti como meu Senhor e Mestre. Ajuda-me a não me envergonhar de Ti.

Assim, agora eu venho a Ti. Creio que por longo tempo Tu tens estado pacientemente esperando do lado de fora da porta, batendo. Agora abro a porta. Entra, Senhor Jesus, e sê meu Salvador e meu Senhor para sempre. Amém

Plano da Vida Eterna

Amados Hoje em dia fazemos seguro de Plano de Saúde, seguro de Vida, seguro de tudo até seguro de funeral, ou seja faça esse seguro na dúvida fique com a certeza que é está ao lado do Pai, jamais eu me atreverei a julgar Clodovil ou seja lá quem for se vai pro inferno ou pro céu, Deus é que sabe do coração deste rapaz, no entanto voltando a falar sobre o seguro, tome posse deste que é gratuito, o seguro de se ter a vida eterna e não lhe custa nada somente crer e fazer o que é bom, começe assim e receba o dom gratuito da vida.

domingo, 1 de março de 2009

Aflição por Causa do Pecado

AFLIÇÃO POR CAUSA DO PECADO


“Estou aflito por causa do pecado”. Pai, meu maior desejo é ser amado por Ti e não ser rejeitado. Eu gostaria muito de ter um relacionamento genuíno contigo... Sinto por todo o tempo perdido em que não entendi corretamente a Tua vontade, em que fui obstinado e até fugi de Ti... Será que, agora, estou chegando muito tarde?

Resposta: Vamos citar algumas respostas retiradas da Palavra de Deus:

  1. "Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna" (Jo 3.16).
  2. "Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele, e ele, comigo" (Ap 3.20).
  3. "Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça" (1 Jo 1.9).
  4. "Logo, muito mais agora, sendo justificados pelo seu sangue, seremos por ele salvos da ira" (Rm 5.9).
  5. "No qual temos a redenção, pelo seu sangue, a remissão dos pecados, segundo a riqueza da sua graça" (Ef 1.7).
  6. "Eu sou o bom pastor; conheço as minhas ovelhas, e elas me conhecem a mim" (Jo 10.14).
  7. "De longe se me deixou ver o Senhor, dizendo: Com amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí" (Jr 31.3).

Podemos lembrar muitas outras passagens bíblicas, mas é importante que você pense bem a respeito das que foi relatado. Na realidade existe uma muralha entre Deus e você e o nome dela é pecado. Deus enviou Seu Filho a este mundo para retirar o pecado! Da parte Dele, tudo já foi feito! Sua parte é crer de todo o coração nesse maravilhoso! Seus anseios serão satisfeitos se você fizer o que está dito nas respostas 2 e 3. Na prática, isso significa: ajoelhe-se e peça ao Senhor Jesus para entrar em seu coração, para habitar nele e tomar nas mãos dele a sua vida. Confesse a Ele todos os pecados de que tiver consciência e peça-he perdão e purificação através do Seu precioso sangue.

Se o Diabo quiser colocar em dúvida o perdão obtido, colocando que você perdeu a salvação porque era somente um "religioso" e se afastou do Senhor, lute. Como? Baseando-se na Palavra de Deus! É importante que você se firme na fé sobre a Palavra de Deus, e não em seus sentimentos. Esses podem variar entre o júbilo extremo e a tristeza mortal, prejudicando a vida espiritual. As promessas de Deus são eternamente válidas, e nelas sua fé pode repousar segura; com tudo isso medite sempre “Leia a Bíblia”.